domingo, 2 de fevereiro de 2014

Coletivo de artistas Arte em Si-Bemol e a Mala da Fama.

Lara Rothier, dirigida, numa foto, por
Gustavo Vieira, ambos, participantes do
coletivo.
Arte e Sensibilidade num encontro com a Mala da Fama.


Desde que ouvimos falar do coletivo de artistas Arte em Si-Bemol, passamos a alimentar o desejo de fotografá-los com a Mala da Fama, uma experiência que realizamos no dia 26 de janeiro de 2014. Foi uma tarde lúdica, com muito trabalho e um resultado bastante satisfatório. Cada imagem, traduziu bem o estado de entusiamo e o prazer que o grupo teve em abraçar, da forma mais artística possível, nosso Objeto de Arte Transportável, a Mala da Fama, talvez, o mais inútil objeto já criado, no Brasil.

Divertidíssimos, uma juventude arejada, buscando seu lugar ao sol!
Aqui na Cidade de Cabo Frio, o coletivo, Arte em Si-Bemol, tornou-se uma espécie de símbolo da juventude inconformada. Interessada em desafiar o mesmismo e mergulhar fundo na criação de obras, através de pesquisas variadas e pontos de vistas diferenciados entre si. Não existe censura criativa dentro do grupo, todos são bem vindos, cada qual no seu delírio artístico. O resultado são ações performáticas pela cidade, exposições e encontros regados a muito bate papo e sonhos compartilhados.

É como se eles dissesse aos quatro ventos: "Viemos pra ficar"!
União de um coletivo que acredita na força
da arte.
Numa cidade com 190 mil habitantes e sem um campus universitário federal de peso, Cabo Frio, resiste, trazendo à tona sua juventude contestadora e inimiga mortal da alienação. Por aqui, esses jovens, são um exemplo de que vale a pena sonhar o próprio sonho e não apenas embarcar, como voyeur, no sonho dos outros. Uma coisa é o respeito pelo que os outros fazem, outra coisa é anular o que se faz e passar a melhor faze da vida olhando tudo acontecer, da janela. Este coletivo foi além, todos os jovens abandonaram a janela, para ir brincar nos campos abertos da liberdade de expressão.
Acompanhe abaixo um pouco do que foi o ensaio fotográfico da Mala da Fama com os jovens do coletivo artístico Arte em Si-Bemol.
Quer curtir o ensaio completo? Basta clicar nesse link, logar no facebook e ir direto no álbum com as principais fotos, tiradas por Lara Rothier:

Curta também este vídeo-foto, mostrando um pouco do que rolou nos bastidores da sessão de fotografia ao ar livre.


Visite a página do grupo Arte em Si-Bemol, e conheça a beleza e profundidade de suas criações artísticas!

*
Conheça a série de vídeos sobre o coletivo Arte em Si-Bemol, realizado pelo projeto Cinema Possível.

ARTE EM SI VOLUME I



ARTE EM SI VOLUME II



quarta-feira, 8 de janeiro de 2014

Irmãs ANDRAV - 2014

Leo, Nathally e Kéren, preparativos
para um ensaio fotográfico com a
MALA DA FAMA - 2014
Desde que concluíram o ensino médio, as irmãs Andrav (Natally Amariá e Kéren-Hapuk) concluÍram formação na área de magistério e debandaram para o ramo do teatro e da literatura, dedicando-se ao OFICENA – curso livre de teatro, na cidade de Cabo Frio, desde 2013. Mas a coisa não para por aí; de lá pra cá, elas se dedicaram à dramaturgia, escrevendo peças de teatro no NUDRA (Núcleo de Dramaturgia do OFICENA) e atuaram em algumas cenas do espetáculo de variedades do próprio curso. Em seguida, mergulharam na pesquisa teatral até fecharem o ano com o espetáculo “Auto da Compadecida”, de Ariano Suassuna, com direção de Italo Luiz Moreira e Jiddu Saldanha, supervisão corporal de Gabriela Ramos; montagem, também, do curso de teatro.
Foi também no ano de 2013 que ambas descobriram o haicai, um gênero de poesia japonesa aclimatada ao Brasil. Mas a coincidência para por aí, seus estilos e forma de escrever são completamente diferentes e cada uma, por seu tempo pessoal, ingressou no grupo Cidade do Haicai, do facebook, onde começaram a publicar alguns de seus trabalhos que envolve uma produção inicial de tankas, haicais, haibuns e haigas, estilos de poesia raramente praticado por jovens.

Com a professora Gabriela Assumpção, preparativos para uma jornada de
muito trabalho e descoberta das potencialidades e da inutilidade da Mala
da Fama.
Em 2014, elas aceitaram posar para o projeto “Mala da Fama, Objeto de Arte Transportável”, considerado o objeto mais inútil do Brasil e que só encontra paralelo na Torre Eiffel, sendo que, esta última, se encontra em Paris, já a Mala da Fama é um objeto genuinamente nacional e cuja utilidade, como já dissemos, é nenhuma!

Curtam aqui, algumas fotos e alguns haicais das irmãs ANDRAV.


Três haicais de Natally Amariá


Meio fio-
Ando cambaleando
me apoio no vento

*

No ar -
Com a ponta do dedo
desenho seu nome

*

Sombra alucinante-
O trapézio laranja
Balança



Três haicais de Kéren-Hapuk



Lua cineasta
Filma-me fria e solitária
noite que se arrasta

*

O sol não veio-
apenas o coração triste
em solidão

*

Netos assutados-
vovó conta historinhas
de puro terror



CURTA O VÍDEO FOTO E DIVIRTA-SE






Para ver o ensaio completo, entre na nossa página do facebook e curta à vontade!


quinta-feira, 30 de maio de 2013

Mala da Fama e o Teatro - Um novo encontro.

A Mala da Fama, atualmente exposta no CAV (Centro de artes visuais de Cabo Frio) é uma réplica da original que se encontra em fase de restauração. Para que nosso objeto circulasse tivemos de levar a Brasília a original, criada em 2000 e que atuou até 2009, em função do permanente pé na estrada, passando pelas mãos de milhares de pessoas, ela foi ficando desgastadas pelo tempo e acabou sendo guardada em 2009 para dar lugar à atual Mala da Fama, que, foi recriada a partir de seu objeto original, embora, mantenha o formato e o conceito o objeto novo guarda, também, a sua particularidade e sempre que é manuseada por alguém, as pessoas que conhecem o objeto mais antigo, reconhecem detalhes e modificações feitos na réplica.

Grupo "Sonhus Teatro Ritual" com um espetáculo onde várias técnicas derivativas da mímica se juntam para formar uma
obra de arte e a Mala da Fama, desfruta de um momento, vendo e participando "do lado de dentro"!
Tendo de se reinventar, nosso objeto incorporou novas ações em seu contexto-uso, uma delas foi a inserção em espetáculos de teatro, para além dos espetáculos de mímica e narração de histórias do seu criador, Jiddu Saldanha, o objeto agora, se viu, em Brasília, sendo convidado a compor cenários e cenas de espetáculos, na II Mostra Internacional de Mímica de Brasília, uma grande surpresa e uma muito bem sacada idéia de
No espetáculo "Darwin" a Mala da Fama vira um objeto
que logo é manuseado pelo ator Victor de Seixas.
Alberto Gaus, que pediu para que a Mala da Fama figurasse como objeto cênico de seu espetáculo “Chuva de Risos”, foi uma intervenção linda, durante uma hora, o público presente, sentiu, e viu o Objeto de Arte Transportável (nome conceitual da Mala da Fama) circular pela cena, quer seja nas mãos do artista ou no cenário da peça.
No dia seguinte, outra surpresa agradável, a Mala da Fama, foi convidada a marcar sua presença no cenário do espetáculo “Darwin”, da Cia Teatral Aangatu, de Victor de Seixas, onde permaneceu em cena durante todo o espetáculo, inclusive, sendo manuseada no final, pelo personagem central do trabalho, a Referência poética e percepção estética, gerou uma espécie de diálogo “demótico” entre o artista e a platéia. Uma surpresa agradável onde a criatividade foi o mote dando vazão à capacidade que a Mala da Fama tem, de se comunicar artisticamente com todas as possibilidades ao alcance.

O espetáculo "Chuva de Risos" do Solar da Mímica, protagonizado por Alberto Gaus, a presença da Mala da Fama. Este
foi o primeiro espetáculo em que a Mala da Fama atuou, fora dos espetáculos de Jiddu Saldanha.

O grupo Sonhus Teatro Ritual, também “emprestou” a Mala da Fama para executar uma de suas cenas, aliás, belíssimo espetáculo, recheado com mímica, animação de objetos e técnica de teatro negro, onde a iluminação desempenha papel fundamental na construção de cenas ilusionistas, um tipo de teatro com forte influência oriental, destacando o butoh e o teatro clássico chinês, tudo, claro, com uma boa dose de música de primeira e altas referências ao Mágico de Oz, como diria meu amigo do Rio Grando do Sul, Pedro Júnior: “que categoria”!

quinta-feira, 9 de maio de 2013

Viagens de Américo no teatro municipal de Cabo Frio.

Ricardo Amorin, esquerda e Césa Valentin,
direita, segurando a Mala da Fama no CAV.
Ricardo Amorim, já surpreendeu a cidade de Cabo Frio com seu incrível trabalho de audiovisual junto ao FESQ. Sua formação em vídeo é das mais completas com direito a um mergulho em Paulínia, atualmente a meca do cinema nacional. Além de dedicar-se intensamente ao teatro ele juntou-se a Cesar Valentin, outro artista de peso. Juntos eles estão levando à cena cabofriense o solo narrativo "Viagens de Américo", uma releitura das peripécias do grande navegador italiano que andou por águas, inclusive cabofrienses que foi visitada por ele ha quase 500 anos atrás, a serviço, hora de Portugal, ora de Espanha.


O Ator Ricardo Amorim tem circulado exultante pelos bastidores do teatro e também da cidade, divulgando seu novo trabalho que foi azeitado nas oficinas do internacional Júlio Adrião. Fica então, a sugestão para que não percamos este magnífico trabalho.

domingo, 14 de abril de 2013

Mariana Ricci, O Olhar do Olhar.

Momento em que a fotógrafa é a fotografada com a
Mala da Fama, em 2011.
O trabalho fotográfico de Mariana Ricci é ágil e robusto, seu olhar fixa o objeto sempre com precisão. Ela imprime, em cada gesto, sua poesia. Ficamos felizes ao ver suas fotos e seu olhar sobre nosso "Objeto de Arte Transportável", percebemos sua delicadeza e sensibilidade com um toque profissional em cada clique. Na inauguração da exposição "Do Espontâneo ao Contemporâneo" ela esteve presente com seus cliques mágicos. Vejam o resultado em algumas fotos da MALA DA FAMA!

Fotógrafa profissional há seis anos, a carioca Mariana Ricci começou fotografando espetáculos teatrais e shows no Teatro Municipal de Cabo Frio. Sempre buscando por um registro único, apurou mais seu olhar quando entrou de cabeça no mundo do fotojornalismo. Desde que começou na área não parou mais. Seu último trabalho foi durante dois anos em Campos dos Goytacazes no jornal Folha da Manhã, de onde saiu como editora de fotografia.

Sabe qual a semelhança da Fotografia com a
Mala da Fama? 
Ambas são mais fortes que o
 tempo na memória. (Mariana Ricci)
De volta a Cabo Frio, voltou a buscar pela arte nas fotos. Registrando shows, espetáculos teatrais e exposições, optou pela mudança de ares para aprender mais. Com sua nova produtora, Mariana está voltada para área de casamentos e eventos. Sua veia de fotojornalismo consegue captar sempre o inusitado e o que ninguém consegue ver a olhos nus.
“O fotojornalismo me fez sempre buscar pelos momentos únicos. Estúdios rendem ($$) muito mais para viver a vida, mas o fotojornalismo que me fez a fotógrafa que sou hoje, me ensinou a aplicá-lo nas áreas sociais e tirar proveito disso. Não vendo fotografias. Vendo o registro do momento mais especial da sua vida numa visão singular”, finaliza a fotógrafa.

Flagrante de Jiddu Saldanah e Ricardo Sepulveda, numa troca interativa de
impacto de imagem.

Meri Damaceno e Christianne Rothier, no olhar de Mariana Ricci.

Ines de Sá, clicada por Mariana Ricci.

Conheça mais sobre o trabalho fotográfico de Mariana Ricci

sábado, 6 de abril de 2013

Flavio Migliaccio: Oportunidade Única para Cabo Frio Prestigiar um Ícone do Teatro Brasileiro.

O Criador de Monstros, em única apresentação,
domingo, dia 07 às 20 hrs.
Existem muitas facetas do ator Flavio Migliaccio, seu trabalho, notoriamente de qualidade, fez a alegria de muitas gerações, um artista que atravessou o tempo e  se manteve fiel à sua vertente criativa além de profunda conexão com a brasilidade.  Mas se há um lado dele que é inesquecível, é, justamente aquele que minha geração viveu. A experiência de assisti-lo, junto com Paulo José, no inesquecível Chazan, Xerife e Cia. O estrondoso programa de humor, meio seriado, meio  soap opera e que trouxe oxigenação para a sofrida população brasileira que vivia o auge da ditadura militar. Encontrávamos nele a um motivo pra sorrir e uma razão pra viver melhor. Flavio é a prova viva de que um brasileiro nunca desiste de seus sonhos.
Flavio ao lado de Thayta Vasconcellos, sua produtora local, ambos presentes na exposição "Do Espontâneo ao Contemporâneo", curtindo a instalação da Mala da Fama - 2013
Recentemente, Flavio apareceu no Primeiro Salão de Arte de Cabo Frio, de 2013; na exposição: “Do Espontâneo ao Contemporâneo” com curadoria de Christianne Rothier.  Foi justamente para divulgar sua peça em cartaz: “O Criador de Monstros”  que estará em cartaz, com única apresentação, no dia 07 de Abril, domingo agora, às 20 horas. Com ingressos de R$ 30,00, inteira, R$ 15,00, meia. Vale a pena conferir um dos grandes atores brasileiros, marcando presença nos palcos de Cabo Frio.

quinta-feira, 28 de março de 2013

Marcos Homem, fotógrafo da gema!

Que Marcos Homem é carioca da gema, isso ninguém discute. Nascido no tradicional bairro do Andaraí, Rio de Janeiro, este carioca, libriano de 39 anos, é um show à parte em seu estúdio fotográfico. Generoso, brincalhão, e exímio contador de histórias, não tem papas na língua quando o assunto é trabalho. Ele faz seus convidados rirem à vontade, deixa seus clientes energizados, mas quando segura a câmera fotográfica na mão, ninguém duvida de sua habilidade. Parece um samurai empunhando uma “katana” e cada clique é uma “tiro certeiro” em direção ao sucesso de quem tiver a sorte de ser clicado por ele.

Alegria, cumplicidade e muito trabalho são as marcas que 
deixadas por Marcos Homem, um dos mais consagrados 
fotógrafos da Região dos Lagos, no Rio de Janeiro.
Marcos Homem começou a carreira como foto jornalista para grandes jornais do Rio de Janeiro, mas decidiu vir morar em Cabo Frio e criar seu próprio estúdio, que batizou de STUDIO TRIP, de lá pra cá, ele vem cobrindo não só eventos na Região dos Lagos mas também alavancando as carreiras de modelos iniciantes e consolidando as modelos mais experientes. É fotógrafo de moda e cobre alguns eventos além de ser ligado na foto arte. Também é diretor de fotografia, com ótimos trabalhos em audiovisual.
De cada 10 fotógrafos da Região dos Lagos, pelo menos 03 já estudaram com ele, sua oficina é meticulosa, com equipamento analógico e digital de primeira a ultima geração. Marcos sabe explicar seu ofício e ensina o manejo perfeito das câmeras contemporâneas e antigas.  Muitas vezes encontramos seus alunos clicando pela cidade e expondo os resultados com grande entusiasmo diante de um professor que não esconde o jogo da profissão. Marcos Homem é conhecido pela sua generosidade, mas não é banal, sabe dar limites e faz questão de mostrar que só tem um jeito de subir na vida, TRABALHANDO.

Vivi Medina e Lorena Brites clicadas por Marcos Homem no projeto Mala da Fama - Garota da Mala.
Apaixonados pelo seu trabalho artístico, apresentamos-lhe o projeto Mala da Fama, um trabalho de arte conceitual e o convidamos para fazer os cliques com a Garota da Mala, uma espécie de jogo lúdico visceral e visual, inspirado em garotas com beleza ímpar de nossa região, ele levou mais de 6 meses estudando o projeto e aceitou nosso convite para ser o fotógrafo principal do segmento Garota da Mala, onde faz as fotos de meninas escolhidas por nós, criando assim, uma sessão de fotos com elas. O resultado é dar água na boca. Profissionalismo, auto-estima e muita diversão no estúdio TRIP é a marca deste trabalho, que começou em 2011, com a jornalista, poeta e atriz, Lorena Brites e agora, em 2013, com a professora e atriz, Vivi Medina.
Para conhecer o trabalho deste fotógrafo singular, acesse seu site e fique ligado em suas aparições pela cidade, quer seja em grandes eventos ou na vida social, Marcos Homem é sempre uma presença agradável com muita historias, diversão e sobretudo, um trabalho de qualidade. Clique aqui.